Para que servem as fundações?

Rob Reich

O juiz Richard Posner, um dos principais juristas americanos fora do Supremo Tribunal, observou certa vez que «Uma fundação de direito privado perpétua … é uma instituição completamente irresponsável, que não responde perante ninguém. Não compete nos mercados financeiros, nem nos mercados de produtos … e, ao contrário de um monarca hereditário, ao qual de resto se assemelha, também não se subordina a quaisquer modos de controlo político.» Porque razão, interroga-se Posner, não consideramos estas fundações como «absolutos escândalos»?

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Simpósio

Em Março de 2013, foi publicado na Boston Review um simpósio em torno do ensaio de Rob Reich, «Para que servem as fundações?». No presente número, procuramos trazer essa discussão ao contexto português.

Curadora do Simpósio:

Carla Quevedo

 

Carlos Monjardino

Fundação Oriente

Em primeiro lugar, não posso, desde logo, deixar de discordar com Rob Reich quando põe em causa a existência ou mesmo a utilidade das fundações. 

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Artur Santos Silva e Rui Hermenegildo Gonçalves 

Fundação Calouste Gulbenkian

Apesar de Rob Reich partir de uma realidade social e de um conjunto de pressupostos de difícil transposição para Portugal, o seu artigo coloca questões pertinentes (e polémicas) a que todas as fundações podem e devem ser capazes de responder 

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Michael Baum

Fundação Luso-Americana

O ensaio escrito pelo Professor Rob Reich faz uma pergunta importante e de longo alcance sobre as fundações em qualquer sociedade democrática, não apenas as norte-americanas.  

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