Este sétimo número é ilustrado com imagens de Mercúrio, de António Júlio Duarte, aqui reproduzido na companhia de um texto de Filipe Felizardo.

Se a exposição é uma ficção, é uma ficção sobre uma pulsação lovecraftiana, subterrânea ao nosso quotidiano; sobre algo que lateja, anónimo, em tudo o que vemos, ouvimos e tocamos.
FILIPE FELIZARDO

 

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