William Empson afirmou que «apenas em grau podem quaisquer progressos da sociedade impedir o desperdício de capacidades humanas; o desperdício ainda que numa vida afortunada, o isolamento ainda que numa vida rica em intimidade, não pode senão ser sentido de maneira profunda, e é o sentimento central de tragédia. E tudo o que seja de valor precisa de aceitá-lo porque não se pode prostituir; a sua força é estar preparado para o desperdício se não aparecer a sua oportunidade.»  No quarto número da Forma de Vida, convidámos três poetas a escrever sobre desperdício.

Alice Sant'Anna

conversamos longamente sobre o calor

Daniel Jonas

Pousio, Arroteamento, Baldio

 

Sebastião Belfort Cerqueira

Desperdício 1, 3, 4

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